Os principais tipos de válvulas industriais mais encontrados são: gaveta, globo, retenção, guilhotina, diafragma,esfera, borboleta e macho.

1..1 – Válvulas Gaveta
Esta é uma válvula de bloqueio (bidirecional quanto ao sentido de escoamento do fluxo) utilizada somente
para controle on-off, isto é, sempre totalmente aberta ou totalmente fechada. Esse tipo de válvula não é
recomendado para controle modulante, pois excessivo ruído, vibração, erosão e desgaste são possíveis
de ocorrer. São válvulas que oferecem uma vedação positiva (quando fechadas) e com a mínima turbulência
na corrente do fluxo (quando totalmente abertas).
Seu elemento móvel de vedação é uma peça denominada cunha ou gaveta e que se movimenta perpendicularmente
dentro da corrente do fluxo.
A cunha pode ser sólida, bipartida, paralela ou flexível cujas faces de vedação são inclinadas em relação
ao eixo vertical da válvula; quando essas faces são paralelas é denominada apenas de gaveta. Nesta última
uma mola substitui a ação de cunha existente nas anteriores. A cunha flexível deve ser utilizada nas
aplicações em que a válvula deve ser fechada com o fluido numa temperatura elevada e ser aberta sob
temperatura ambiente. Sua flexibilidade causa o efeito mola para absorver dilatação térmica e vibração,
além de compensar algum desalinhamento entre o ângulo de inclinação de suas faces de vedação em
relação ao ângulo de inclinação das faces de contato dos aneis de vedação.
A gaveta paralela veda por posicionamento em conjunto com a ação de uma mola interna, além da pressão
do fluido atuando na cavidade do corpo e castelo, e não pelo torque do sistema de atuação, evitando
o travamento da válvula devido à expansão térmica da haste. Nas válvulas com cunha sólida esse travamento
pode ser evitado através do retorno de ¼ de volta no movimento do volante após o fechamento
completo sem que a capacidade de vedação da válvula seja comprometida. Nas válvulas gaveta que possuem
cunha flexível esse retorno não é necessário devido ao próprio efeito mola.
O ângulo que forma as faces de vedação da cunha compensa o desgaste por atrito, mantendo a vedação
da válvula por um período de tempo maior. Nas válvulas de gaveta paralela não há curso de desgaste,
sendo este compensado pela ação da mola.
A cunha tipo sólida deve ser aplicada em temperaturas operacionais limitadas a 200°C.
A cunha tipo flexível deve ser aplicada em temperaturas operacionais limitadas a 400°C.
A gaveta paralela deve ser aplicada em temperaturas operacionais acima de 400°C.
A cunha sólida veda na face a jusante com o anel oposto ao lado da entrada. A cunha flexível e a gaveta
paralela vedam em ambas as faces devido à pressão atuando internamente em ambas as faces. A cunha
flexível ou a gaveta paralela devem ser aplicadas sempre que a válvula tiver que ser fechada a quente e
aberta em temperatura ambiente ou vice-versa. A dilatação térmica pode causar o travamento de uma
cunha sólida, impedindo ou dificultando sua abertura.

Os principais tipos de válvulas industriais mais encontrados são: gaveta, globo, retenção, guilhotina, diafragma,esfera, borboleta e macho.

1..1 – Válvulas Gaveta
Esta é uma válvula de bloqueio (bidirecional quanto ao sentido de escoamento do fluxo) utilizada somente
para controle on-off, isto é, sempre totalmente aberta ou totalmente fechada. Esse tipo de válvula não é
recomendado para controle modulante, pois excessivo ruído, vibração, erosão e desgaste são possíveis
de ocorrer. São válvulas que oferecem uma vedação positiva (quando fechadas) e com a mínima turbulência
na corrente do fluxo (quando totalmente abertas).
Seu elemento móvel de vedação é uma peça denominada cunha ou gaveta e que se movimenta perpendicularmente
dentro da corrente do fluxo.
A cunha pode ser sólida, bipartida, paralela ou flexível cujas faces de vedação são inclinadas em relação
ao eixo vertical da válvula; quando essas faces são paralelas é denominada apenas de gaveta. Nesta última
uma mola substitui a ação de cunha existente nas anteriores. A cunha flexível deve ser utilizada nas
aplicações em que a válvula deve ser fechada com o fluido numa temperatura elevada e ser aberta sob
temperatura ambiente. Sua flexibilidade causa o efeito mola para absorver dilatação térmica e vibração,
além de compensar algum desalinhamento entre o ângulo de inclinação de suas faces de vedação em
relação ao ângulo de inclinação das faces de contato dos aneis de vedação.
A gaveta paralela veda por posicionamento em conjunto com a ação de uma mola interna, além da pressão
do fluido atuando na cavidade do corpo e castelo, e não pelo torque do sistema de atuação, evitando
o travamento da válvula devido à expansão térmica da haste. Nas válvulas com cunha sólida esse travamento
pode ser evitado através do retorno de ¼ de volta no movimento do volante após o fechamento
completo sem que a capacidade de vedação da válvula seja comprometida. Nas válvulas gaveta que possuem
cunha flexível esse retorno não é necessário devido ao próprio efeito mola.
O ângulo que forma as faces de vedação da cunha compensa o desgaste por atrito, mantendo a vedação
da válvula por um período de tempo maior. Nas válvulas de gaveta paralela não há curso de desgaste,
sendo este compensado pela ação da mola.
A cunha tipo sólida deve ser aplicada em temperaturas operacionais limitadas a 200°C.
A cunha tipo flexível deve ser aplicada em temperaturas operacionais limitadas a 400°C.
A gaveta paralela deve ser aplicada em temperaturas operacionais acima de 400°C.
A cunha sólida veda na face a jusante com o anel oposto ao lado da entrada. A cunha flexível e a gaveta
paralela vedam em ambas as faces devido à pressão atuando internamente em ambas as faces. A cunha
flexível ou a gaveta paralela devem ser aplicadas sempre que a válvula tiver que ser fechada a quente e
aberta em temperatura ambiente ou vice-versa. A dilatação térmica pode causar o travamento de uma
cunha sólida, impedindo ou dificultando sua abertura.